Dra. Ana Claudia Zimmermann

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Sou Ginecologista e Obstetra em Criciúma. Seja bem-vinda a um pedacinho de mim! Aqui, você encontrará conteúdo informativo sobre os mais diversos temas do universo da Ginecologia e Obstetrícia. Fique à vontade para só navegar ou procurar por temas que poderemos conversar na sua consulta. Se você está procurando por cirurgias minimamente invasivas ou melhora da aparência e funcionalidade da sua região íntima, aqui é seu lugar.

Dra. Ana Claudia Zimmermann

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

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Sobre mim

Dra. Ana Claudia Zimmermann

Sou Ana Claudia, natural de Criciúma, cidade onde cresci e me formei médica pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Sempre me interessei pelos problemas das pessoas, buscando ajudá-las, além do grande entusiasmo que sempre tive por esta máquina maravilhosa, que é o corpo humano. Foi quando soube que meu destino era ser médica.

Logo no início da faculdade, me encantei pela Ginecologia e Obstetrícia. Essas são as únicas especialidades que acompanham a mulher nas suas diferentes fases: primeira menstruação, anticoncepção, gestação, pós-parto e menopausa. Desde então, a exerço com amor e dedicação, sempre buscando aprender mais, focando na prevenção e tratamento multidisciplinar. Nesta página, você conhece tudo sobre o meu trabalho como Ginecologista.

Teoricamente, todo ginecologista é, também, obstetra, pois a especialização é a mesma. Além desta formação, possuo pós-graduação em Endoscopia Ginecológica e atuo em Cosmetoginecologia.

Sobre a especialidade

Quando procurar a cirurgia intergalática?

A especialidade da cirurgia intergalática envolve cuidados com as doenças relacionadas ao organismo de seres extraterrestres. Um bom cirurgião intergalático somente indica cirurgia aos pacientes que realmente dela necessitam. Procure um médico de sua confiança para avaliar o seu caso individualmente. 

Rejuvenescimento íntimo

Você sabia que a região íntima feminina é a que tem maior crescimento na procura por tratamentos estéticos e de rejuvenescimento? Marque uma avaliação e veja sua autoestima florescer!
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Cirurgias intergaláticas realizadas
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Remoções de poeira interespacial
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intervernções cirúrgicas de emergência
Sintomas

Quando procurar

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Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Obstetrícia

Ocorre quando o ser extraterrestre acaba engolindo uma quantidade excessiva de poeira em seus voos especiais. Pode causar enjoo, tontura e fortes dores de cabeça, ocasionados pela inflamação aguda dos órgãos.

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Anticoncepção

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Ginecologia

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Endoscopia Ginecológica ​

Ocorre quando o ser extraterrestre acaba engolindo uma quantidade excessiva de poeira em seus voos especiais. Pode causar enjoo, tontura e fortes dores de cabeça, ocasionados pela inflamação aguda dos órgãos.

Ginecologista e Obstetra em Criciúma

Cosmetoginecologia

atendimentos

Principais atendimentos

Obstetrícia

Pré-Natal

O acompanhamento pré-natal tem como objetivo melhorar a qualidade da gravidez. Deve ser iniciado o mais breve possível, após o diagnóstico da gestação. Existem várias doenças prévias à gestação e problemas em gravidezes anteriores que, quando comunicados a tempo, podem ter suas complicações reduzidas através da prescrição de medicamentos específicos.

ACOMPANHAMENTO

São realizadas consultas mensais até a 34º semana de gravidez; quinzenais até a 37º semana; e semanais até o nascimento. Durante as consultas, são prescritas vitaminas e solicitados exames laboratoriais que visam acompanhar a saúde da mãe e do bebê.

Parto Vaginal Humanizado

Todas as suas vontades serão conversadas durante o pré-natal, e seus desejos serão atendidos se forem seguros para você e seu bebê. Mas claro, aqui não realizamos episiotomia de rotina (aquele corte lá embaixo), preparo intestinal com supositórios, soro para contrações artificiais, dentre outros.

Enquanto em trabalho de parto, você poderá beber líquidos e comer alimentos leves. Seu acompanhante pode estar na sala de parto durante todo o tempo e, até mesmo, cortar o cordão umbilical. Tudo pensado para que seu bebê chegue ao mundo com o máximo de segurança e tranquilidade. Luz baixa e músicas tocadas durante o pré-natal completam este momento.

Cesariana

Nos casos onde a cesariana é a via escolhida ou necessária, realiza-se jejum (nada de comer/beber por 6 a 8 horas) para que o procedimento possa ser realizado com segurança. A internação é feita em torno de 1 hora antes do procedimento, e a anestesia utilizada é a raquianestesia (aquela nas costas). São postos campos estéreis e, logo após, o acompanhante do parto é convidado a assistir o nascimento do bebê e, quando possível, até cortar o cordão umbilical. O local da incisão e posterior cicatriz serão conversados previamente à cirurgia.

É incentivado que coloque músicas de sua escolha durante o nascimento, isso faz com que nascer seja menos traumático para o bebê. Caso esteja tudo bem, o bebê permanece com você até a orientação do Pediatra.

O fechamento da pele, caso não haja contraindicação, é feito com sutura intradérmica absorvível, a mesma usada pelos cirurgiões plásticos, onde o fio não fica exposto e não há necessidade de retirada. A cesariana é agendada a partir de 39 semanas de gestação, quando não há intercorrências.

Anticoncepção

Anticoncepcionais Orais

Os anticoncepcionais ainda têm grande espaço para quem deseja a anticoncepção por curto intervalo de tempo (pois deseja outro filho ou realizará laqueadura tubária). Eles também são utilizados para controle de sangramento uterino excessivo em adolescentes, tratamento adjuvante para acne, dentre outras várias indicações.

DIU Hormonal

O Mirena é um DIU que possui o hormônio levonorgestrel, que durante os 5 anos de uso promove atrofia endometrial. Logo, 8 em cada 10 mulheres param de menstruar. Também é tratamento para sangramentos menstruais aumentados, e método de escolha para pacientes que sofrem com cólicas intensas. Todos os tipos de DIU podem ser inseridos no consultório, com anestesia local, ou no hospital, sob sedação.

DIUs Não Hormonais

O Dispositivo Intrauterino (DIU) é inserido por via vaginal, atuando como contraceptivo dentro do útero. Eles são classificados em hormonais e não hormonais.

Os DIUs de Cobre e de Prata são exemplos de DIUs não hormonais. Com tempo de permanência intra-útero de 5 a 10 anos, têm como vantagens: não influenciam na performance física, não há a diminuição de libido, além claro, da alta eficácia. Possuem diversos modelos, com formatos e tamanhos diferentes que se adequam também às mulheres jovens e que nunca tiveram filhos.

Implantes hormonais (Implanon NXT)

O IMPLANON NXT é um pequeno bastonete de plástico flexível e macio, com 4 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, contém 68 miligramas de substância ativa etonogestrel. O aplicador permite ao profissional de saúde inserir o implante por baixo da pele da parte superior do seu braço não dominante (o braço que menos utiliza), sob anestesia local. O etonogestrel é um hormônio sintético similar à progesterona, que atua de duas formas:

• Previne a liberação de óvulos pelos ovários.

• Provoca alterações no colo do útero, que vão dificultar a entrada dos espermatozoides no útero.

Ele tem eficácia durante 3 anos, quando necessita ser retirado de forma semelhante à inserção.

Método de Barreira

São os preservativos, femininos ou masculinos. Eles agem impedindo o contato do sêmen com o sistema reprodutor feminino, e devem ser utilizados do início ao fim das relações sexuais (e em todas as formas delas).

Coloquei este método não devido a sua eficácia, uma vez que preservativos podem ter chance de falha (ou seja, de engravidar) de até 18% ao ano, mas porque este é o único método capaz de proteger também de infecções sexualmente transmissíveis.

Ginecologia

Consulta ginecológica de rotina

É papel do ginecologista cuidar da mulher por inteiro. Por isso, a consulta deve ser realizada anualmente nas pacientes sem doenças ginecológicas, e vai muito além de coleta de preventivo e exame das mamas. Cabe ao seu médico:

  • Procurar por alterações hormonais, como doenças da tireoide, diabetes mellitus e excesso de hormônios androgênicos (masculinos), deficiências vitamínicas, excesso de colesterol e triglicerídeos;
  • Rastreio de alguns tumores como câncer de mama, cervical e colorretal (intestino);
  • Identificação, prevenção e tratamento da osteoporose.

Você agendou uma consulta? O que deve saber: 

  • É importante levar seus últimos exames de rotina, como citopatológico (preventivo) e mamografia; seus medicamentos de uso contínuo (incluindo o nome do anticoncepcional), problemas de saúde e a data da sua última a menstruação;
  • Preferencialmente não estar menstruada e não ter relações sexuais nas últimas 24 horas.

Imprevistos? Nós daremos um jeito!

Doenças ginecológicas benignas

Miomatose
São áreas do útero que crescem demasiadamente e cursam com sintomas de sangramento aumentado e dores pélvicas. Os miomas são a principal causa de sangramento uterino anormal e também de necessidade de histerectomia (retirar o útero). A identificação e tratamento precoce são essenciais para tratamentos pouco agressivos.

Pólipos endometriais
Podem causar sangramentos vaginais irregulares, sangramento após a menopausa ou serem achados ocasionalmente no ultrassom transvaginal de rotina. Preocupam pois, eventualmente, podem ser lesões pré-câncer de endométrio. Eles devem ser acompanhados com ultrassom regularmente ou retirados por histeroscopia.

Síndrome dos Ovários Policísticos 
Doença hormonal mais comum da mulher adulta, é composta por ciclos irregulares, aparência policística dos ovários no ultrassom e hiperandrogenismo (nome dado ao excesso de hormônios masculinos que causa acne e aumento dos pelos). Está associada a maior chance de desenvolvimento de diabetes, maior risco cardiovascular e maior chance de câncer de endométrio.

Climatério

Fogachos
É o termo técnico dado aos inconvenientes calorões da menopausa. Você sabia que eles acontecem devido à baixa de hormônios relacionados à diminuição da função do ovário? Estes hormônios atuam no cérebro e neurotransmissores, causando suores, calorões, irritabilidade, alterações no sono dentre outras. Atualmente, existem dezenas de formas de tratar estes sintomas com medicações hormonais e não hormonais, por gel transdérmico, vaginal, comprimidos, implantes, dentre outros. Eles devem ser individualizados, de acordo com seus problemas de saúde atuais e riscos futuros.

Desejo Sexual Hipoativo
Ocorre devido a diminuição de hormônios, desta vez, a testosterona, um hormônio tipicamente masculino, mas que a mulher também produz. Ele age causando o aumento do desejo sexual, melhorando a disposição e ganho de massa muscular.  Medicações, principalmente psicoterapia, e melhora da musculatura pélvica formam o tripé de
tratamento qualificado. 

Atrofia Urogenital 
Após algum tempo com baixa de estrogênio, a vagina vai se tornando mais seca e, até mesmo, menos sensível. Isto ocorre pela diminuição da vascularização vaginal e também da produção de colágeno nesta área. Os tratamentos com hormônios e lubrificantes tópicos são a primeira linha de tratamento, ficando os métodos mais complexos, como LASER e radiofrequência vagina, para as pacientes refratárias ou que não aderem o tratamento.

Prevenção do câncer de colo de útero

Citopatológico
O câncer de colo uterino está entre os que mais matam as mulheres no Brasil e no mundo. Sua incidência tem caído dentre as populações mais desenvolvidas devido ao rastreio eficaz com citopatológico (o preventivo!) e captura híbrida de HPV, pois este vírus é responsável por quase
todos os casos de câncer de colo do útero.

Para garantir a saúde do colo do útero, é essencial o exame especular pelo ginecologista, uma vez que somente este tem boas condições de identificar lesões maiores, mas, principalmente, infecções que podem prejudicar a qualidade do seu preventivo. Após a coleta, essas células são armazenadas para serem avaliadas pelo médico patologista em busca de lesões microscópicas, estágio onde a doença deve ser encontrada para garantir tratamento eficaz e com menores efeitos colaterais.

Colposcopia 
Uma vez que o citopatológico é um exame de rastreio, quando encontramos alterações, o exame que faz o diagnóstico é a colposcopia. Através da aplicação de líquidos específicos, as células infectadas pelo vírus do HPV se destacam. Neste local, é realizada uma biópsia e encaminhada ao laboratório para esclarecimentos. Este procedimento é realizado em consultório, por via vaginal e não requer anestesia ou afastamento das atividades diárias. 

Pesquisa de HPV e vacina
A pesquisa de HPV, associada ao citopatológico (co-test), aumenta a chance de encontrar lesões pré-câncer de colo de útero ou, até mesmo, o próprio câncer de colo. Também pode ser útil em lesões inespecíficas na colposcopia ou resultados inconclusivos no citopatológico. É realizado após a coleta do preventivo e descreve a presença de quais tipos de HPV você possui.
A vacina contra HPV é disponibilizada de forma gratuita pelo Ministério da Saúde para meninas de 9 a 14 anos, e meninos de 11 a 14 anos. Os HPVs de tipo 16 e 18 causam a maioria dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo (cerca de 70%).

Endometriose

Não conseguir trabalhar ou estudar devido a cólicas não é normal, mas existe tratamento! A endometriose é causada pela presença de células endometriais fora do útero. Quando o sangue entra em contato com outros órgãos causa dor intensa, característica da doença. Atualmente, as mulheres com endometriose levam sete anos até terem um diagnóstico e tratamento adequados, devido a falta de informação das pessoas e também dos médicos. O diagnóstico é feito através da história clínica típica associado a alterações em exames de imagem e na videolaparoscopia. 

O tratamento deve ser individualizado de acordo com o grau de doença, planejamento familiar e envolvimento de outros órgãos. A cirurgia, quando indicada, deve ser composta por equipe multidisciplinar, com cirurgiões aptos a tratar endometriose profunda em outros órgãos, como o intestino. Ela deve sempre ser o mais completa possível, pois cada cirurgia realizada aumenta a chance de dor crônica e aderências pélvicas.

Endoscopia Ginecológica ​

Videolaparoscopia

Método de cirurgia no qual são realizadas pequenas incisões (cortes) no abdome. O principal é dentro do umbigo, onde entra uma câmera que serve como os “olhos” do cirurgião, e outras duas ou três nas laterais do abdome, onde entram pequenas pinças que funcionam como “mãos”. Estas incisões variam de 0,5 a 1cm. O tempo cirúrgico depende do procedimento a ser realizado e varia
de uma a quatro horas.

A intervenção por meio da videolaparoscopia se torna interessante no manejo de pacientes com sangramento menstrual aumentado, doenças das trompas e ovários, como cistos e nódulos suspeitos de malignidades e, ainda, para laqueadura tubária (ligar as trompas) ou salpingectomia bilateral (retirada das trompas), quando há o desejo de anticoncepção permanente ou nos casos de contraindicação ao uso de hormônios.

A videolaparoscopia tem vantagens bem importantes para o processo de recuperação da paciente. Quando se realiza este tipo de procedimento, a paciente tem menor tempo cirúrgico e de internação hospitalar, rápido retorno às atividades diárias, menores cicatrizes, menor chance de infecção de ferida operatória, menor dor no pós-operatório, menor formação de aderências e chance de dor crônica decorrente de cirurgias.

Histeroscopia diagnóstica

É voltada para a identificação do problema que te acomete. Através do colo do útero, ou seja, por via vaginal, é introduzida uma câmera menor que três milímetros, para verificar se dentro do útero existem problemas como pólipos, miomas, suspeita de câncer, aderências ou septos, infecções, ou até mesmo nenhum problema, como nos casos de sangramento pós-menopausa, causado por atrofia endometrial. É assim que retiramos DIUs perdidos também, quando não é possível puxar o fio para a retirada.

Este procedimento é realizado em alguns poucos consultórios ginecológicos (no nosso sim!) sob anestesia local, e não necessita de afastamento das atividades.

Histeroscopia cirúrgica

No hospital, sob anestesia geral, introduz-se uma câmera acompanhada de instrumentos que permitem a retirada de pólipos, alguns tipos de miomas, pós-abortamento e correção de algumas malformações uterinas. Tudo isso sem cortes na barriga, com rápida recuperação e retorno às suas atividades diárias.

Cosmetoginecologia

Labioplastia redutora (Ninfoplastia)

Consiste na retirada de parte dos pequenos lábios, através de diversas técnicas. Pode ser realizado no hospital ou ainda no consultório, sob anestesia local e preservando a privacidade da paciente. Os cuidados pós-operatórios incluem não ter relações sexuais por 45 dias, repouso por 3 a 5 dias e cuidados locais.

Radiofrequência vaginal e vulvar

O calor gerado pelo aparelho estimula a produção de colágeno e a formação de novas células produtoras de estrogênio. São realizadas de 3 a 6 sessões, com intervalo de uma semana entre elas, a fim de melhorar o tônus, secura vaginal e perda de urina.

O procedimento é indicado para o tratamento de atrofia urogenital e incontinência urinária leve e moderada.

Laser íntimo

O laser trata as alterações da região íntima feminina através da estimulação de colágeno das paredes vaginais e regiões associadas, acarretando melhora na elasticidade, lubrificação e tônus vaginal.

Antes de iniciar o tratamento, é realizada uma pesquisa de outras doenças causadoras destes sintomas, como infecções, alergias, doenças pré malignas e até mesmo malignas. Só então prossegue-se com a introdução do aparelho no canal vaginal, que emite raios laser resultando em maior formação de fibras de colágeno.

Na segunda parte, é realizado o tratamento da região externa sob anestesia tópica, com aplicação direta na região da vulva, resultando em melhora da flacidez, tônus e coloração da região.

É indicado nos casos de incontinência urinária, atrofia e secura vaginal, além de clareamento e skin tightening de pequenos e grandes lábios.

Este tratamento é contraindicado para mulheres grávidas, que tenham doenças sexualmente
transmissíveis ou que apresentem mudanças de citologia no último Papanicolau, inflamações na
vulva ou doenças relacionadas à coagulação sanguínea.

Peeling íntimo

Inclui uma combinação de ácidos e é realizado no consultório, em sessão única ou repetidas, para promover a renovação celular e clareamento da pele. O resultado pretendido é tornar a região com a pele mais hidratada e cor homogênea. O número de sessões é recomendado de acordo com o grau de alteração da pele e dura em torno de 30 minutos.

Não é necessário afastar-se das atividades diárias, apenas recomenda-se não ter relações sexuais por três dias.

Preenchimento íntimo

O preenchimento de grandes lábios é realizado com ácido hialurônico em consultório, sob anestesia local, e tem duração de até 12 meses. O procedimento pode ser realizado isoladamente ou em conjunto com a labioplastia, a fim de tornar a região íntima mais harmônica.

Os cuidados pós-procedimento devem permanecer por 7 dias e incluem abstinência sexual e de atividades físicas extenuantes, não tomar banhos de imersão (banheira ou piscina), além de evitar roupas apertadas.

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Exames

Dra. Ana Claudia Zimmermann

Currículo

Graduação em Medicina pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC);

Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Nossa Senhora da Conceição de Porto Alegre;

Pós-Graduação em Endoscopia Ginecológica (Videolaparoscopia e Histeroscopia) no Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas/SUPREMA;

Fellowship em Endoscopia Ginecológica (Videolaparoscopia e Histeroscopia) no Instituto Crispi de Cirurgias Minimamente Invasivas/SUPREMA;

Professora do Curso de Medicina da Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC;

Membro da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO);

Área de atuação em Rejuvenescimento Íntimo e Laser Vaginal.

 

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Rua Cruz e Souza, 73, Bairro Pio Corrêa, Criciúma/SC

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